10 abril 2012

Preços das casas na região do Porto recuperam em Fevereiro


De acordo com o Índice Confidencial Imobiliário, os preços de habitação na Área Metropolitana do Porto (AM Porto) voltaram ao percurso de crescimento em fevereiro, evidenciando um crescimento mensal de 0,7%. Desde outubro de 2011, o ICi apresentava valorizações mensais consecutivas, um ciclo que foi interrompido em janeiro deste ano, com uma desvalorização mensal de 1,1%.

Em termos homólogos, a nota para a performance dos preços de habitação na AM Porto é também de recuperação. Ainda que a taxa de variação homóloga se tenha mantido positiva desde final de 2011, tinha contraído em janeiro para os 0,5%, aumentando em fevereiro para 0,7%.
Quer no segmento de habitação nova quer no de habitação usada, os preços registaram uma evolução positiva em fevereiro na região em análise, com variações mensais de 0,9% e 0,4%, respetivamente.

No caso dos imóveis novos, a variação homóloga continuou o seu percurso de recuperação, passando de 0,5% em janeiro para os 0,9% em fevereiro, após um ano de 2011 marcado por performances homólogas negativas. Já no caso dos imóveis usados, a tendência foi oposta, com a variação homóloga a cair de 0,6% em janeiro para 0,5% em fevereiro.

No que se refere ao total do mercado de Portugal Continental, o Índice Ci apresentou uma desvalorização de 0,3% em fevereiro face ao mês anterior, dando assim sequência à trajetória de quebra iniciada em setembro de 2011 e que se tem vindo a refletir na taxa de variação homóloga. Esta última tem permanecido negativa desde julho do ano passado, atingindo -1,3% em fevereiro.

Em 2012, e à semelhança do que foi notório no ano anterior, o mercado de habitação nova foi o mais afetado pelas quebras de preço, apesar de, em fevereiro, quer este segmento quer o de usados terem evidenciado variações mensais negativas de 0,4% e 0,3%, respetivamente. As desvalorizações homólogas foram bastante mais acentuadas na habitação nova, com a taxa de variação homóloga do Índice Ci a atingir os -2,9% no caso da habitação nova e -0,1% para os usados.

Fonte: Confidencial Imobiliário

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