No seu Relatório de Estabilidade Financeira Global deste mês de outubro, o FMI (Fundo Monetário Internacional), mostra preocupação com a alta dos preços imobiliários de alguns países, principalmente no Brasil.
Em comparação com outros países como China, Coreia, Hong Kong e México, o Brasil foi o que atingiu a maior alta de preços dos últimos seis anos. “Os preços desaceleraram em países como Brasil e Índia, em meio a esforços para evitar riscos de bolha, mas as valorizações ainda permanecem elevadas”, afirma o relatório.
Veja quais são os países listados pelo FMI que atingiram as maiores mudanças nos preços imobiliários:
Variações médias nos preços reais de habitação (2006-2011)
País Variação
Brasil 98%
Hong Kong 70%
Singapura 39%
China 36%
Índia 29%
México 5%
Hong Kong 70%
Singapura 39%
China 36%
Índia 29%
México 5%
Fonte: FMI - "Global Financial Stability Report"
O Brasil foi o país que registou maior alta, seguido por Hong Kong (70%), Singapura (39%), China (36%), Índia e México (5%). O FMI ainda demonstrou preocupação com o número de empréstimos inadimplentes do Brasil, que fica apenas atrás da África do Sul na comparação com os anos 2008, 2010 e 2011.
Segundo o FMI, a experiência internacional tem mostrado que o crescimento da oferta excessiva de crédito, de maneira rápida, juntamente com a regulação branda do Mercado, “pode precipitar crises financeiras, mesmo quando o crédito começa por uma taxa mais baixa”.
Fonte: InfoMoney
O Brasil foi o país que registou maior alta, seguido por Hong Kong (70%), Singapura (39%), China (36%), Índia e México (5%). O FMI ainda demonstrou preocupação com o número de empréstimos inadimplentes do Brasil, que fica apenas atrás da África do Sul na comparação com os anos 2008, 2010 e 2011.
Segundo o FMI, a experiência internacional tem mostrado que o crescimento da oferta excessiva de crédito, de maneira rápida, juntamente com a regulação branda do Mercado, “pode precipitar crises financeiras, mesmo quando o crédito começa por uma taxa mais baixa”.
Aceda ao relatório do FMI aqui
Fonte: InfoMoney
0 comentários:
Enviar um comentário
Obrigado pelo seu comentário.