Mas um ponto em que Paulo Portas bateu o pé e não cedeu foi quando ouviu Passos Coelho dizer que os imóveis com valores patrimoniais iguais ou superiores a 300 mil euros iam ter uma taxa especial já este ano e no próximo nos valores do IMI, em sede do imposto de selo. A proposta vinha de Vítor Gaspar e foi preciso muito telefonema e argumentos fortes sobre o estado em que iriam ficar milhares de famílias portuguesas e milhares de empresas, todos sujeitos a brutais aumentos de impostos e cortes muito acima do esperado no consumo privado com essa nova tributação.
Nesta matéria, Portas marcou pontos e lá conseguiu convencer o ministro das Finanças de que um imóvel com 300 mil euros de valor patrimonial, que ainda por cima está a ser reavaliado de forma violenta pelas Finanças, não era um produto de luxo. E assim lá se chegou ao milhão de euros. Do mal o menos.
Fonte: iOnline
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