Em época de sufoco financeiro das famílias, o regresso às aulas obriga a soluções de recurso para garantir a formação dos filhos. No caso das universidades, esta "ginástica" é visível nas principais cidades, nomeadamente para quem foi colocado fora da sua área de residência e necessita de encontrar alojamento.
O JN falou com responsáveis das associações académicas do Porto, Coimbra, Minho e Aveiro e em todas encontrou esse denominador comum: há cada vez mais gente que, logo no ato da matrícula, procura informar--se da possibilidade de se inscrever numa residência universitária para fugir ao aluguer de quartos particulares.
A crise obriga também em alguns casos a dispensar comodidades, como alugar casa perto da universidade."Há cada vez mais estudantes a fazer viagens diárias, as quais, embora obriguem a sacrifícios maiores, permitem poupar algum dinheiro", destaca Hélder Castro, presidente da Associação Académica da Universidade do Minho.
E, com os atuais preços dos transportes públicos, cresce o fenómeno das boleias partilhadas. Em Coimbra, a Associação Académica está mesmo a desenvolver no seu site o programa "Levanta o polegar", destinado a promover a partilha de boleias. "A tendência já vem do ano passado, porque há cada vez mais gente a dizer--nos que, pelo menos de início, vai optar por não morar na cidade", destaca Samuel Vilela, vice-presidente da AAC.
Este recurso, que, além de permitir poupar o aluguer do próprio quarto, evita despesas extra em alimentação, só serve a quem more relativamente perto. Para os outros, não há alternativa à procura de alojamento.
Preços sem alteração
Apesar de ainda ser cedo para grandes conclusões, os dirigentes associativos com quem o JN falou dizem que não são, para já, visíveis grandes mudanças.
"Os preços não baixam, porque este é um mercado garantido. Há sempre necessidade de alugar quartos, as residência não chegam", diz Samuel Vilela, de Coimbra.
Em termos gerais, no Porto o preço dos quartos ronda os 200 euros. Em Braga, custam entre 120 e 150 euros, em Aveiro rondam os 150 e em Coimbra os 170.
Fonte: JN
A crise obriga também em alguns casos a dispensar comodidades, como alugar casa perto da universidade."Há cada vez mais estudantes a fazer viagens diárias, as quais, embora obriguem a sacrifícios maiores, permitem poupar algum dinheiro", destaca Hélder Castro, presidente da Associação Académica da Universidade do Minho.
E, com os atuais preços dos transportes públicos, cresce o fenómeno das boleias partilhadas. Em Coimbra, a Associação Académica está mesmo a desenvolver no seu site o programa "Levanta o polegar", destinado a promover a partilha de boleias. "A tendência já vem do ano passado, porque há cada vez mais gente a dizer--nos que, pelo menos de início, vai optar por não morar na cidade", destaca Samuel Vilela, vice-presidente da AAC.
Este recurso, que, além de permitir poupar o aluguer do próprio quarto, evita despesas extra em alimentação, só serve a quem more relativamente perto. Para os outros, não há alternativa à procura de alojamento.
Preços sem alteração
Apesar de ainda ser cedo para grandes conclusões, os dirigentes associativos com quem o JN falou dizem que não são, para já, visíveis grandes mudanças.
"Os preços não baixam, porque este é um mercado garantido. Há sempre necessidade de alugar quartos, as residência não chegam", diz Samuel Vilela, de Coimbra.
Em termos gerais, no Porto o preço dos quartos ronda os 200 euros. Em Braga, custam entre 120 e 150 euros, em Aveiro rondam os 150 e em Coimbra os 170.
Fonte: JN
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